Planetário Digital de Garanhuns-PE foi inaugurado nesta terca-feira

Observar o céu de algum ponto específico da Terra, viajar pelo tempo, conhecer constelações, planetas e asteroides ou admirar as estrelas durante o dia através da atmosfera. Essas são algumas das atividades que os mais de 15 mil alunos das 70 escolas municipais de Garanhuns, no Agreste, poderão realizar no planetário digital que foi  inaugurado nesta terça-feira (10 de março de 2015), no Parque Euclides Dourado. A intenção é que alunos da rede estadual, particular e até universitários possam usufruir do espaço em uma próxima etapa.

Adquirido pela Secretaria de Educação de Garanhuns, o objetivo do equipamento é ampliar o espaço de aprendizagem e aproximar os alunos da rede pública dos estudos de ciência. Segundo o físico e mestre em tecnologia educacional, André Luís Parreira, diretor da Hiperlab, empresa responsável pela implantação do Planetário Dr. Mauro Souza Lima, a tecnologia empregada é a mesma utilizada em grandes universidades no exterior e contribui para a popularização da ciência no país.

“Ao trazer o conhecimento de coisas que os alunos não aprenderiam na sala de aula, a tecnologia estimula as novas gerações a tomarem gosto pelos estudos científicos. É um investimento no futuro do país”, afirma o especialista.

Já para a secretária de Educação de Garanhuns, Janecélia Marins, o planetário dará um novo estímulo à educação na cidade. “O planetário, além de ser um ambiente digital-pedagógico, é também um espaço de aprendizagem significativo, no qual os alunos e visitantes adquirem novos conhecimentos.”

Planetário Dr. Mauro Souza Lima

Construído em aço e fibra de vidro, o novo planetário é totalmente digital e será o primeiro do Nordeste em estrutura geodésica, ou seja, formada por uma rede de triângulos, semelhantes aos gomos de uma bola de futebol, que lhe conferem um formato esférico. O espaço interno tem 40 poltronas confortáveis e reclináveis.

Diferentemente das tecnologias analógicas, no planetário digital o próprio professor pode operar o sistema com um controle remoto ou até mesmo um tablet. “O sistema de operação é fácil e intuitivo. Antes, era necessário que cada imagem fosse inserida manualmente por um astrônomo, o que aumentava os custos e tornava o processo mais demorado”, afirma Parreira.

Ainda segundo ele, os professores também podem instalar um software em seu computador pessoal e preparar apresentações personalizadas para cada turma. Além disso, de acordo com o especialista, o planetário digital pode ser usado para outros conteúdos além da astronomia.

 

Fonte: Diário de Pernambuco

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